É.. acho que essa vida de fake é a melhor para responder as minhas perguntas sem me constranger ou deixar uma imagem errada para as pessoas ao meu redor..
É mais ou menos assim..
Eu e uns amigos combinamos de levar vodka para beber na escola afinal, é o último ano.. estávamos na última semana.. em poucos goles uma amiga minha.. hmm.. vamos por nomes fictícios para ficar mais fácil a compreensão.. a Raquel.. já estava bêbada e a Rafaela veio conversar comigo para fazer alguma coisa porque quando a Raquel bebe fica fora de si e ia acabar cometendo uma gafe.. mas nisso o professor expulsou todos de sala.. menos eu, nerd, que fiquei lá sozinha sem a vodka assistindo aula. Depois da aula, quando eles subiram, Raquel já estava muito pior do que quando desceu e me abraçando disse 'AMIIGA! Eu não tô bem não.. já dei selinho no João, na Rafaela..' e sem que eu pudesse nem raciocinar ou evitar ela veio e me deu um selinho.. foi quase um esbarrão e eu larguei ela que foi cambaleando até um amigo nosso que ficou muito assustado com o fato deu nao ter reagido ao selinho. Mas o que poderia ser feito? Ou eu segurava ela ou evitava o selinho e na hora preferi nao deixá-la cair. Enfim.. sacudi ela e continuamos pela escola.. (todos bêbados gritando e rindo muito.. menos eu q não fiquei bêbada já que nao desci na hora da aula citada anteriormente..). Depois da escola eles compraram mais uma garrafa de vodka para beber sentados na praia conversando e eu fiquei preocupada de acontecer algo.. de mexerem com eles e chamei-os para virem pro meu play que seria mais.. hm.. seguro.. Rafaela me ligou dizendo q eles já estavam lá embaixo e quando eu desci a Raquel estava deitada na bancada da mesa só de sutiã e calça toda cansada.. no momento que eu a vi percebi que aquilo não ia dar certo.. a liberdade do local privado fez com que eles se soltassem ainda mais e em minutos estavam todos de calça aberta como se fosse a coisa mais natural do mundo.. e não demorou muito para a Raquel começar a se insinuar para mim.. provocando.. me puxando.. me pedindo um selinho em nome da nossa amizade..e o João idem.. acabei dando um selinho no João e a Raquel ficou muito puta.. então.. dei um selinho triplo e logo depois um só nela.. ela começou a reclamar q queria pegar alguém e depois de muita insistência pegou Rafaela.. e ficaram um bom tempo beijando e revirando e revezando com o João(que é gay) mas como estavam todos bêbados se divertiram muito.. e ela me chamava e eu evitava.. teve uma hora q eu deitei no chão de cansaço e ela veio se arrastando até mim disse que eu tinha que parar de bobeira e ficar logo com ela e outras mil coisas mais.. e eu ficava resistindo e dizendo que não então ela sorriu, com uma cara de safada, de que nao tava nem aí para a minha resistência e ficou me dando selinhos.. 'anda..' 'vaai' 'beeija' e ia puxando o selinho pra beijo, até que no quinto selinho eu aceitei qnd ela puxou pro beijo e ficamos uns minutos beijando até que a Rafaela gritou 'CARALHO! ELAS TÃO SE PEGANDO' pois me viu passar a mão pela nuca de Raquel e eu me dei connta do que havia acontecido.. todos ficaram bolados pelo ato.. eu inclusive porque sou toda toda.. enfim.. conversamos um pouco, ela pegou a Rafaela denovo e veio pra mim e o João ficou pedindo para eu dar outro beijo nela 'agora já foi mesmo.. dá outro preu ver, amiga! nunca te vi beijando' e eu dei.. haha beijei nem aí.. com consciência e sóbrea e até hoje consigo visualizar o beijo o que tem me causado insônia porque como nos beijamos deitadas sempre q deito vem toda a parte do beijo na minha cabeça e eu fico com os pensamentos a mil e não durmo.. isso faz umas 3 semanas já e a gente continua amiga e eu não senti e nem sinto nada por ela.. mas fiquei encucada com o lance de pegar meninas.. ontem teve a formatura e ela tentou me bbeijar mas como minha família estava lá quase matei haha é melhor eu para, tá ficando enorme isso.. enfim.. nao sei oq fazer só precisava desabafar..
12/13/2007
5/30/2007
5/27/2007
E isso é algo que eu necessito partilhar com alguém, de alguma forma..
Deixo bem claro que foi um sonho, mas que é baseado em coisas que aconteceram, enfim.. no desenrolar eu explico;
Ontem, com muito custo, vi The L World e o melhor: vi a minha cena favorita, aquela que me fez começar a ver o seriado, a melhor de todas, que eu via todos os dias pelo youtube e estava ali, materializada, na minha frente... foi muito bom! Nesse mesmo episódio, no final, minhas personagens favoritas 'brigaram' porque uma viu a outra pegando outras mulheres.. numa festa! E é aí que meu sonho começa...
Estava eu, numa festa, aparentemente de aniversário quando chegaram amigas minhas que fizeram o bolo e tal e eu fui na cozinha para respirar, olhar o céu, quando virei pra trás lá estava uma das minhas amigas, que é linda, eu sempre brinco que quando eu virar lésbica ela será a primeira pessoa que eu vou cortejar.. linda! Não a vejo a muito tempo, abracei-a por minutos e fomos indo em direção a parede... rimos e voltei para a janela, com ela, expliquei das estrelas, do meu fascínio, enquanto ao abraçá-la acariciava suas costas por dentro da blusa e ela dedilhava a minha cintura.. aí, de repente, estávamos numa festa beeeeem maior, super badalada, e eu vi uma menina que fuxico quase todos os dias na internet, passou do meu lado, eu olhei indiscretamente e a minha amiga comentou que conhecia-a e que nos apresentaria, achei nada haver.. e o tempo foi passando, nada mais importante para compartilhar aqui até que eu caminhava com a minha mãe pela rua e minha amiga veio correndo, aos prantos, dizendo coisas sobre o ex-namorado, e junto dela vi do outro lado da rua a menina, que eu fuxico, chorando também então juntei as duas para conversar mas a menina saiu e eu coloquei minha amiga sentada de frente pra mim, abracei-a e ela disse que as pessoas condenavam por serem lésbicas (ela e a menina) e tal e minha mãe ouviu e estranhou.. enfim, total loucura. Mas foi MUITO maneiro..
estou em êxtase;
Deixo bem claro que foi um sonho, mas que é baseado em coisas que aconteceram, enfim.. no desenrolar eu explico;
Ontem, com muito custo, vi The L World e o melhor: vi a minha cena favorita, aquela que me fez começar a ver o seriado, a melhor de todas, que eu via todos os dias pelo youtube e estava ali, materializada, na minha frente... foi muito bom! Nesse mesmo episódio, no final, minhas personagens favoritas 'brigaram' porque uma viu a outra pegando outras mulheres.. numa festa! E é aí que meu sonho começa...
Estava eu, numa festa, aparentemente de aniversário quando chegaram amigas minhas que fizeram o bolo e tal e eu fui na cozinha para respirar, olhar o céu, quando virei pra trás lá estava uma das minhas amigas, que é linda, eu sempre brinco que quando eu virar lésbica ela será a primeira pessoa que eu vou cortejar.. linda! Não a vejo a muito tempo, abracei-a por minutos e fomos indo em direção a parede... rimos e voltei para a janela, com ela, expliquei das estrelas, do meu fascínio, enquanto ao abraçá-la acariciava suas costas por dentro da blusa e ela dedilhava a minha cintura.. aí, de repente, estávamos numa festa beeeeem maior, super badalada, e eu vi uma menina que fuxico quase todos os dias na internet, passou do meu lado, eu olhei indiscretamente e a minha amiga comentou que conhecia-a e que nos apresentaria, achei nada haver.. e o tempo foi passando, nada mais importante para compartilhar aqui até que eu caminhava com a minha mãe pela rua e minha amiga veio correndo, aos prantos, dizendo coisas sobre o ex-namorado, e junto dela vi do outro lado da rua a menina, que eu fuxico, chorando também então juntei as duas para conversar mas a menina saiu e eu coloquei minha amiga sentada de frente pra mim, abracei-a e ela disse que as pessoas condenavam por serem lésbicas (ela e a menina) e tal e minha mãe ouviu e estranhou.. enfim, total loucura. Mas foi MUITO maneiro..
estou em êxtase;
5/06/2007
E lá estava eu, sem nenhuma pretensão de conhecê-la. Mas era inevitável...
Aquela festa chata, mas que a gente tem que ir porque é muito amiga da pessoa que tá fazendo aniversário. Cheguei atrasada, era o momento do parabéns, fui só para assinar o ponto de ter ido e voltar para casa. Estavam cortando o bolo e ela apareceu num relance, sorrindo, seus olhos brilhavam enquanto passava os dedos sobre a camada de chantilly que cobria o bolo, passou-a no rosto da aniversariante e a festa virou uma guerra de comida. Corri para o banheiro afim de ajudar as pessoas cobertas de chocolate e para me refugiar dos impulsivos que enfiavam a mão no bolo para tacar nos outros. Ela entrou, pediu desculpas a aniversariante, saiu. Não deu tempo de dizer nada, mas eu sabia, eu vi, ela definitivamente era lésbica. Passado o momento desastre, fiquei no quarto da menina conversando com amigas.. sempre fui anti-social, sempre odiei ficar cercada de gente que não conheço e ser submetida a puxar assunto.. ela de vez em quando entrava na conversa... e eu ficava lá, reparando, analisando, nem sei se ela percebeu. Foi então que aconteceu. Tenho uma amiga meio comediante, que com alguma pressão, acabou sendo convencida a fazer uma pequena interpretação arrasadora.. sempre funciona. Ao meio da apresentação, quase todos já choravam de rir e ela deu aquela risada de atriz principal de filme adolescente.. aquela que tem tipo um ronco, não é exatamente um ronco, é lindo, é mágico, é completamente fofo e desconcertado: é espontâneo. Foi aí que eu cedi, cedi e me encantei pra valer com ela.. será mesmo que ela não percebeu? Enquanto fiquei lá notei que as meninas estavam inquietas e descobri que a minha menina estava aparentemente ligada a um menino da festa.. ela insistia irritada que estavam apenas ficando enquanto as outras entre risadinhas planejavam o namoro. Cheguei em casa e consultei minhas melhores fontes: era realmente é gay, não só é, como a mãe dela sabe e tudo! Mas ao me pronunciar com a aniversariante ela me garantiu que a menina não é. Por que mentir para a aniversariante? De repente ela realmente não entenderia.. e como conhecê-la ou tocar no assunto em público? Tantas coisas para perguntar sem poder. Que saco!
Um viva para pelo menos eu ter conseguido ver um episódio completo de The L World ontem! VIVA! \o/
é isso.. ;/
Aquela festa chata, mas que a gente tem que ir porque é muito amiga da pessoa que tá fazendo aniversário. Cheguei atrasada, era o momento do parabéns, fui só para assinar o ponto de ter ido e voltar para casa. Estavam cortando o bolo e ela apareceu num relance, sorrindo, seus olhos brilhavam enquanto passava os dedos sobre a camada de chantilly que cobria o bolo, passou-a no rosto da aniversariante e a festa virou uma guerra de comida. Corri para o banheiro afim de ajudar as pessoas cobertas de chocolate e para me refugiar dos impulsivos que enfiavam a mão no bolo para tacar nos outros. Ela entrou, pediu desculpas a aniversariante, saiu. Não deu tempo de dizer nada, mas eu sabia, eu vi, ela definitivamente era lésbica. Passado o momento desastre, fiquei no quarto da menina conversando com amigas.. sempre fui anti-social, sempre odiei ficar cercada de gente que não conheço e ser submetida a puxar assunto.. ela de vez em quando entrava na conversa... e eu ficava lá, reparando, analisando, nem sei se ela percebeu. Foi então que aconteceu. Tenho uma amiga meio comediante, que com alguma pressão, acabou sendo convencida a fazer uma pequena interpretação arrasadora.. sempre funciona. Ao meio da apresentação, quase todos já choravam de rir e ela deu aquela risada de atriz principal de filme adolescente.. aquela que tem tipo um ronco, não é exatamente um ronco, é lindo, é mágico, é completamente fofo e desconcertado: é espontâneo. Foi aí que eu cedi, cedi e me encantei pra valer com ela.. será mesmo que ela não percebeu? Enquanto fiquei lá notei que as meninas estavam inquietas e descobri que a minha menina estava aparentemente ligada a um menino da festa.. ela insistia irritada que estavam apenas ficando enquanto as outras entre risadinhas planejavam o namoro. Cheguei em casa e consultei minhas melhores fontes: era realmente é gay, não só é, como a mãe dela sabe e tudo! Mas ao me pronunciar com a aniversariante ela me garantiu que a menina não é. Por que mentir para a aniversariante? De repente ela realmente não entenderia.. e como conhecê-la ou tocar no assunto em público? Tantas coisas para perguntar sem poder. Que saco!
Um viva para pelo menos eu ter conseguido ver um episódio completo de The L World ontem! VIVA! \o/
é isso.. ;/
3/11/2007
Eu entro na sala, autista, ouvindo música sem me preocupar muito com o que acontece ao meu redor.. é sempre a mesma coisa, pra que ficar prestando atenção? O tempo vai passando, o sinal bate e entra o professor de biologia que num impulso falando sobre genética é questionado sobre a possibilidade de relação entre o homossexualismo e a matéria. Aí começa o que eu quero falar: antes dele explicar sobre a genética, sobre os homens que tem os cromossomos sexuais XXY e que, por isso, vem com órgãos sexuais atrofiados, seios e pensamentos femininos que os levam ao homossexualismo, começou a expressar a opinião dele usando termos como "viadagem" e expressões grosseiras e altamente homofóbicas ao ponto de dizer que "viado tem que levar choque e fazer tratamento com remédios fortes", "eles não são normais", "homem que é homem tem que ser MACHO" e ao enfatizar o macho pisou com força no tablado fazendo a madeira ecoar até o fundo da sala e bem fundo dos meus pensamentos.Enquanto ele com poses de "muque" se orgulhava em ser o cara mais desprezível do planeta eu ficava lá, pagando, ele para me explicar algo que não condus com a sua conduta. É realmente lamentável ter que aturar esse tipo de gente no ambiente que nos impulsiona o conhecimento e com isso, nos faz questionar e refletir. É repugnante pensar que aquelas palavras foram absorvidas por mais de quarenta pessoas e que, para alguns, possam servir de influência, como para os meninos que adoraram a aula e o senso de moleque de um professor de terceiro ano já quase na terceira idade.Não é que eu seja a favor ou contra o homossexualismo, não é que eu vá andar por aí em passeatas ou fazendo qualquer coisa envolvida nisso mas é que é completamente inaceitável alguém que tem certo poder de interferência na minha vida ser homofóbico e querer me levar a isso, chegando ao fim da aula até em concluir dizendo que "o homossexualismo não é algo de Deus". E o que Deus tem haver com isso?Estou indignada. E acho completamente cabível tal sentimento portanto, me deixem..Vou ouvir música, é sexta-feira e eu queria ir ao cinema mas pra ir sem compania tá tarde.. bléAlguém quer ir comigo? haha(se alguém lesse já ia ser muito)
2/12/2007
Uma mulher já ligou pra minha casa três vezes perguntando pelo Hélio, será que ele deu o telefone errado pra ela de propósito pra fugir daquela coisa de ligações no dia seguinte? Será que seria eu a pessoa mais adequada pra contar isso a ela? Acho melhor deixar o telefone aqui, tocando, e acreditar que ela vai pelo menos achar que o Hélio saiu e caso ela retorne mais tarde eu já não vou estar em casa, incumbindo essa tarefa bizarra a outro integrante da minha família.
Queria escrever sobre coisas que me aborrecem mas comecei a achar desnecessária essa coisa toda de expor meus pensamentos e querer que alguém no mundo que eu desconheço e aumenta as estatísticas do meu blog me leia, me compreenda e comente dizendo-se a melhor pessoa do mundo..
Queria escrever sobre coisas que me aborrecem mas comecei a achar desnecessária essa coisa toda de expor meus pensamentos e querer que alguém no mundo que eu desconheço e aumenta as estatísticas do meu blog me leia, me compreenda e comente dizendo-se a melhor pessoa do mundo..
1/13/2007
Hoje tive reunião do Agrupamento Mariano do qual faço parte, ele serve pra gente conversar, se unir, e o que era pra ser feito foi assim: A gente escrevia o nome de todas as meninas ali e dizia o que nelas, individualmente, você achava que era 'uma máscara' ou seja o que elas demonstram ser mas você sabe que não são.. Eu lógico, tímida e quieta, enquanto as outras se atropelavam pra saber qual seria sua característica, esperei.. mas a menina que comanda as reuniões praticamente insistia com o olhar inquieto que queria chegar logo a minha vez. E deixou isso bem claro enquanto escrevíamos pensando e conversando tipo 'ah, nao sei o que por de voce' ela falou que a pessoa mais fácil ali, pra ela, seria eu. Preciso nem dizer que já estava esperando que aquilo pesasse né? Bem aguardei até que estabeleceu-se o silêncio e ela suspirou "É, agora é você" e começou a ler "alegre" "família e bem realizada sozinha' 'feliz' e começou a explicação de cada uma sobre o que colocou e a menina completou "exatamente, eu nunca consigo te ver.. meu sonho, sonho mesmo, é que você seja você mesma aqui"
sei lá.. isso tá ecoando na minha cabeça a algumas, muitas, horas e eu não sei mais o que fazer.
ao final da reunião, obviamente nao satisfeita com as minhas justificativas, ela disse que queria conversar individualmente com cada uma das meninas, enquanto olhava fixamente pra mim, ela não disfarça, ela sabe que isso me atinge direta e indiretamente, ela sabe que eu vou fica pensando nisso, ela sabe... e sabe o pior? eu também sei.
me atingiu de uma forma estranha, me sinto mal, me sinto triste, sinto como se estivesse realmente faltando algo em mim, sinto como se aquelas palavras mesmo que ditas para todas foram só pra mim.
ai ai ai
alguem comenta?
sei lá.. isso tá ecoando na minha cabeça a algumas, muitas, horas e eu não sei mais o que fazer.
ao final da reunião, obviamente nao satisfeita com as minhas justificativas, ela disse que queria conversar individualmente com cada uma das meninas, enquanto olhava fixamente pra mim, ela não disfarça, ela sabe que isso me atinge direta e indiretamente, ela sabe que eu vou fica pensando nisso, ela sabe... e sabe o pior? eu também sei.
me atingiu de uma forma estranha, me sinto mal, me sinto triste, sinto como se estivesse realmente faltando algo em mim, sinto como se aquelas palavras mesmo que ditas para todas foram só pra mim.
ai ai ai
alguem comenta?
1/11/2007
O que é ter amigos? O que é ser amigo de alguém, ou pertencer a um grupo de pessoas?Eu sempre pensei em amigos como aquelas pessoas que estão ao seu lado nos momentos bons e ruins e para mim é ótimo poder ver que uma pessoa quando se sente sem soluções, quando se sente triste, quando sente que o mundo inteiro provavelmente está ocupado demais ou quando está sem graça de ligar pra outra pessoa, sabendo que só você vai realmente entendê-la, ela te procura. Tudo bem que ela faz isso te ligando as 3 da manhã, acorda toda a sua família e vizinhos, mas pelo menos ela tem um bom motivo: precisa de você. Acho realmente um máximo essa coisa de poder contar nas horas boas e ruins. Só tenho um problema com isso: não é só nas horas boas, ou ruins, é em ambas. As pessoas esquecem que numa amizade o melhor é sentar no chão, todos reunidos, comendo brigadeiro de panela, falando qualquer coisa sem nexo ou fútil, ver um filme, rir, na verdade, morrer de rir. Mas também temos que saber lidar com momentos ruins, de sentar e discutir, e ajudar aquela pessoa que você não tem nenhum vínculo visível, mas que é inevitável preocupar-se com ela. Pra mim isso seria amizade, é uma pena que eu não encontre amigos e também não veja grandes amizades por aí. O programa Saia Justa, por exemplo, é uma forçada "reunião de amigos" aonde ela conversam,e fazem piadinhas, e atacam umas as coisas, e elevam a audiência. É notável esse tipo de coisa, pode parar pra perceber, existem pessoas para os seus momentos bons e pessoas para os seus momentos ruins, é por isso que você tem um círculo tão "grande" de amigos: porque existem amigos que saciam sua necessidade para a farra e amigos que, no entando, saciam a sua necessidade de conversas engraçadas e inteligentes que te levantam o humor. Saibam que eu só estou chegando nesse ponto porque eu me encaixo naquelas amizades que te ajudam mas que nunca estão com você nos momentos agradáveis e que sentem falta disso. É chato ser a pessoa que só tá com você nos momentos ruins, por mais que seja gratificante saber que seu amigo confia em você e necessita de você, todo mundo precisa de amigos e esses, eu repito, são para TODAS as situações.
1/08/2007
Essa vai pra Alex haha..
Já viram Instinto Selvagem 2? Não? Tem problema não, eu também não vi, mas peguem, acho que no youtube tem, a parte que ela pega a cadeira, vira, e senta com a parte de encostar as costas virada pro cara. Percebam que ele só consegue ver a cabeça dela e as pernas entrelaçando a cadeira e algum vestígios de que ela tá de saia e que "tudo" está simplesmente atrás da cadeira.. e ela começa a dizer coisas realmente enloquecedoras pro médico. Agora tentem realizar outra coisa, do mesmo estilo, mas um pouco diferente.
E aí? Tentem visualizar e viajar comigo.
Você tá sentando numa cadeira, olhando pro alto... quando entra no quarto a Angelina Jolie de vestido mas você finje fazer pouco caso, ela pega a cadeira e senta (daquela forma citada acima, sacaram?) e tira o vestido e se "esconde" ainda mais na cadeira de forma que só te possibilite ver a cabeça dela, os braços e as pernas. Você tem consciência plena de que ela está nua e que só há uma coisa impedindo a sua visão: a cadeira. E aí eu te pergunto, ela precisava falar alguma coisa? Seria a cena mais perfeita da história! Aposto que você a atacaria antes mesmo dela completar qualquer frase então eu vou poupar a minha imaginação e te dizer que se você consegue acompanhar meu raciocínio é porque voce certamente tem algo de pervertido dentro de si, e pior, algo que deseja grandes mulheres.
Tome cuidado.
Já viram Instinto Selvagem 2? Não? Tem problema não, eu também não vi, mas peguem, acho que no youtube tem, a parte que ela pega a cadeira, vira, e senta com a parte de encostar as costas virada pro cara. Percebam que ele só consegue ver a cabeça dela e as pernas entrelaçando a cadeira e algum vestígios de que ela tá de saia e que "tudo" está simplesmente atrás da cadeira.. e ela começa a dizer coisas realmente enloquecedoras pro médico. Agora tentem realizar outra coisa, do mesmo estilo, mas um pouco diferente.
E aí? Tentem visualizar e viajar comigo.
Você tá sentando numa cadeira, olhando pro alto... quando entra no quarto a Angelina Jolie de vestido mas você finje fazer pouco caso, ela pega a cadeira e senta (daquela forma citada acima, sacaram?) e tira o vestido e se "esconde" ainda mais na cadeira de forma que só te possibilite ver a cabeça dela, os braços e as pernas. Você tem consciência plena de que ela está nua e que só há uma coisa impedindo a sua visão: a cadeira. E aí eu te pergunto, ela precisava falar alguma coisa? Seria a cena mais perfeita da história! Aposto que você a atacaria antes mesmo dela completar qualquer frase então eu vou poupar a minha imaginação e te dizer que se você consegue acompanhar meu raciocínio é porque voce certamente tem algo de pervertido dentro de si, e pior, algo que deseja grandes mulheres.
Tome cuidado.
12/17/2006
Eu gosto de escrever, gosto porque sei que mesmo que ninguém leia, eu estou conseguindo me expressar e não deixar que me escapem todas as idéias.
Começarei pelo fim: não tenho amigos.
Esse final de semana viajei, fui à Búzios e quando deu meia noite de sábado e me veio a matinal insônia mandei um torpedo para amigos, esperando respostas, esperando já que estava sem internet, conseguir passar o tempo no celular e eu acabei decepcionada. Não responderam e os que responderam cortaram a conversa, ou seja, fiquei só. Queria, procurava, gritava por algum amigo mas ninguém respondeu, fiquei chocada, procurei por música ou por qualquer coisa que me destraísse mas foi em vão, estava lá deitada, no colchonete amassado no meio da escuridão e sozinha, sei lá, serviu pra refletir. Sempre considerei que as pessoas vivem sozinhas e que ninguém, infelizmente, pensa em mais ninguém além de si, e, por mais que eu não concorde, procuro tornar meu convívio aceitável. Muitos me criticam, dizem que eu vivo pros outros mas acho que isso não é todo mal, quando sentamos para conversar a tarde, minha familia e eu, notei que minha mãe possuia um brilho no olhar enumerando as minhas bondades que na verdade nem considero tao 'uaal' assim, só porque eu passei de ano direto e agora fico a disposição das pessoas que não conseguiram para que consigam, sabe? Procuro ajudar, estudar, sentar junto, nada demais. Mas uma coisa que eu achei engraçada foi que ela disse com um orgulho, com uma ênfase que eu fui ajudar um menininho a ligar o chuveiro da piscina no qual a coisinha de girar que faz a água sair(esqueci o nome) estava muito alto e ele não alcançava.. tinha muita gente em volta da piscina, do lado dele, e eu estava lá dentro, no fundo, deitada, cansada e mesmo assim saí e fui lá abrir, esperar ele acabar e fechar mas eu achei aquilo tão normal, tão sei lá cotidiano que eu nem acreditei que ela tinha reparado logo nisso..
agora chega, não sei, me deu preguiça de continuar ;b
Começarei pelo fim: não tenho amigos.
Esse final de semana viajei, fui à Búzios e quando deu meia noite de sábado e me veio a matinal insônia mandei um torpedo para amigos, esperando respostas, esperando já que estava sem internet, conseguir passar o tempo no celular e eu acabei decepcionada. Não responderam e os que responderam cortaram a conversa, ou seja, fiquei só. Queria, procurava, gritava por algum amigo mas ninguém respondeu, fiquei chocada, procurei por música ou por qualquer coisa que me destraísse mas foi em vão, estava lá deitada, no colchonete amassado no meio da escuridão e sozinha, sei lá, serviu pra refletir. Sempre considerei que as pessoas vivem sozinhas e que ninguém, infelizmente, pensa em mais ninguém além de si, e, por mais que eu não concorde, procuro tornar meu convívio aceitável. Muitos me criticam, dizem que eu vivo pros outros mas acho que isso não é todo mal, quando sentamos para conversar a tarde, minha familia e eu, notei que minha mãe possuia um brilho no olhar enumerando as minhas bondades que na verdade nem considero tao 'uaal' assim, só porque eu passei de ano direto e agora fico a disposição das pessoas que não conseguiram para que consigam, sabe? Procuro ajudar, estudar, sentar junto, nada demais. Mas uma coisa que eu achei engraçada foi que ela disse com um orgulho, com uma ênfase que eu fui ajudar um menininho a ligar o chuveiro da piscina no qual a coisinha de girar que faz a água sair(esqueci o nome) estava muito alto e ele não alcançava.. tinha muita gente em volta da piscina, do lado dele, e eu estava lá dentro, no fundo, deitada, cansada e mesmo assim saí e fui lá abrir, esperar ele acabar e fechar mas eu achei aquilo tão normal, tão sei lá cotidiano que eu nem acreditei que ela tinha reparado logo nisso..
agora chega, não sei, me deu preguiça de continuar ;b
12/08/2006
É.. pois é, as vezes, só as vezes, queria que alguém me compreendesse, queria poder me expressar plenamente pra alguém.. contar tudo mesmo, sabe? Pena que a sociedade é muito fútil e ninguém tem flexibilidade suficiente para amadurecer. Tenho 17 anos mas as vezes me sinto tão melhor com pessoas de 20, 30 que acho que não sou dessa época, desse mundo. Cada dia mais encontro pessoas que reafirmam a nossa era da "adolescencia perdida" e isso me intristesse. Só tem uma pessoa que eu compreendo e que acho que me compreenderia e eu sei que posso me abrir já que não tem mais ninguém lendo haha. Pois é, pode parecer infantil da minha parte crer que eu seja parecida psicológicamente com a Angelina Jolie mas eu acredito que a gente só nao é plenamente parecidas por influencia do meio(é, aula de biologia.. alguém lembra?) porque ela nasceu com a mãe liberal, o pai divorciou quando ela não tinha nem um ano, eu acho, e eu nasci numa casa completamente amada, sufocada, e fui me moldando assim, e ela, foi se moldando do jeito que é. Mas o dentro, o psicológico e sentimental dela é da mesma essência do meu. A bondade, a ousadia, a timidez, a facilidade de atuar(não, não sou nada. Nada mesmo. Mas porque como disse, cresci em regime fechado, me tornei tímida e com isso, atuo só nos meus show particulares, em vocabulário claro: escapar de confusões, de levar esporro, essas coisas) e outra coisa que eu acho realmente válida é que ela uma vez disse que o difícil era se envolver plenamente, era entregar a alma, ao ser perguntada como atuou tão bem na sua primeira cena de filme(filme de verdade) que ela teve que tocar outras duas mulheres. Sem mencionar que ela inúmeras vezes já disse o quanto acha bonita essa relação entre duas mulheres e é algo que eu realmente concordo. Sou hetero, até onde sei, não consigo me imaginar beijando outra menina mas acho bonito quando vejo um casal junto, se amando, demonstrando esse afeto, esse jeito feminino de ser. Para minha sorte, não cresci com uma vida Hollywoodiana(sei lá como escreve e não to com paciência pra procurar) e com isso aprendi a conhecer, me introzar, conhecer e entender bem dessa troca de almas, desse "se entregar plenamente" não digo em relação a sexo, beijos, nada, mas em relação ao sentimento. Meus amigos, todos, eu conheço. Sei quando estão bem ou mal por um olhar, um caminhar. Tem uma amiga minha que po, só dela falar "oi" comigo na internet eu já sei quase todo o dia dela. Mas eu tiro vantagem disso, nao pra mim, mas para os outros. Por saber exatamente do que eles gostam eu sempre dou um jeito de ir juntando os casais que eu acredito que darão certo. Tenho alto poder de persuasão com as pessoas que eu conheço, sei agradar, sei facilitar, sei alegrar. Já ela, tá aprendendo isso mais agora, a lidar com tudo isso, com os filhos, criança é algo mágico, é uma pequena pessoinha mas que te faz sorrir a qualquer momento, mesmo que o pior esteja acontecendo. E uma coisa que ela nao descobriu e eu já, que ela ainda busca definições é sobre a questão de querer 'ajudar o mundo todo' ela fica sem graça, desconcertada. Bom, o que acontece é simples: todo mundo sabe que não dá pra "abraçar o mundo" de uma só vez, mas não é por isso que a gente vai deixar de ajudar os outros. Se você ajuda uma pessoa, já melhora, mesmo que pouca coisa, mas melhora. Pelo menos, é melhor do que não ajudar ninguém.
Ai ai.. será que um dia consigo fazer ela ler isso?
será que um dia consigo demonstrar nossa similiaridade?
será que algum dia consigo ao menos vê-la? Assim, perto? Como eu vejo meu peixinho descansando no fundo do aquário?
Ai ai.. será que um dia consigo fazer ela ler isso?
será que um dia consigo demonstrar nossa similiaridade?
será que algum dia consigo ao menos vê-la? Assim, perto? Como eu vejo meu peixinho descansando no fundo do aquário?
12/07/2006
Esses dias eu estava na rua, de mãos dadas com a minha irmã e um imbecil gritou "Pena que duas moças tão lindas estejam comprometidas" ou alguma coisa desse tipo. Sim, a cantada foi péssima, mas nao mais que isso, ele ficou de gracinha, insinuando sexualidades e preferências e eu te pergunto 'Por que?', quer dizer, podía ser eu e uma namorada, mas nem isso era, era eu e minha própria irmã! O que tem demais eu demonstrar amizade com a minha própria irmã? Aposto que se eu estivesse com um namoradão, enorme, aquele armário, ele nao ia fazer uma gracinha, ou mesmo com um namoradinho mais esmirradinho. Por que? Porque ele tem preconceitos. As pessoas brincam, riem, zoam, mas uma coisa que eu acho engraçado. Se fosse eu, e visse um casalzinho de namoradinhos na rua, nao sairia por aí gritando "Ah, olha que bonitinho! Um casal HETERO! AHHHH HÉÉÉTEEROOO!! AIUEOHUIAEHIAE" sabe? Não funciona assim, se é um casal deixem eles viverem seu amor em paz. E isso vale para todas as pessoas, sendo heteros ou nao, nada difere exceto os sexos em questao. Mas acho que isso é problema de cada um.
Não acho certo as pessoas definirem padrões para uma sociedade sem moral.
Não acho certo pessoas discriminarem outras por gostos ou preferência.
Não acho certo existirem formas certas e erradas de amar.
Não acho certo mesmo.
To sem vontade de escrever.
Não acho certo as pessoas definirem padrões para uma sociedade sem moral.
Não acho certo pessoas discriminarem outras por gostos ou preferência.
Não acho certo existirem formas certas e erradas de amar.
Não acho certo mesmo.
To sem vontade de escrever.
12/06/2006
Carolina era uma menina diferente, sentia desde sua infância que algo nela diferia das outras meninas de sua idade. Inconformava-se com essas diferenças e faltas de afinidades mas sempre seguiu sua vida de forma 'normal', sempre se adequando a sociedade e as pessoas que nela estavam. Lá para os seus 16 anos, em sua época de maior rebeldia, foi a uma festa, bebeu além da conta e sem que ninguém visse foi amparada por uma outra menina, que ela nunca havia visto mas que, mesmo sem ser amiga dela, a ajudou quando ninguém estava presente. Carolina reconheceu a ajuda da menina e foi logo tratando de trocar telefones e de manter contato com a menina, já que acreditava ter encontrado a pessoa que respondia suas expectativas.
O tempo foi passando e Carolina e Aline foram se tornando super amigas, grudadas mesmo. Até que um dia, quando Aline foi dormir na casa de Carol, após uma festa, as duas alegres..
- Carol, tenho uma coisa para contar pra voce.
- Fala Li, que coisa..
- Po, você jura que nao vai me descriminar?
- Lógico! Que idéia! A gente é ou nao é amiga?
- Ai, que bom! Me senti mais conformada.. po, eu... gosto de meninas.
- Caraaca Aline! Sério? Você é... é..
- Lésbica. Isso.
- Calma, nao precisa ficar assim. Caraaca! Olha, fica tranquila que nada na nossa amizade vai mudar. E posso te pedir um favor?
- Fala Carol, o que é?
- Me dá um beijo?
- AHN!?
- É, sabe o que acontece.. desde aquele dia da festa eu notei que tinha algo de diferente em você, algo de especial. Eu nunca beijei meninas, nunca, mas sinto que você me compreende mais que qualquer outra pessoa e mesmo que isso nao me agrade acho que vale a pena tentar.
- Mas e se não for isso que voce quer? E se isso interfirir na nossa amizade? Poxa Carol, sei lá.
Mas antes que Aline completasse suas indecisões, Carol, que acariciava seu cabelo lentamente o passou atrás da orelha para poder ver todo o rosto de Aline, beijou-a. De forma lenta mas convicta de que estava fazendo pela primeira vez na vida algo que realmente mostrava quem ela era. Aos poucos, Aline, que no começo estava sem reação com toda aquela situação foi se entregando ao beijo. Ela mal acreditava no que estava acontecendo, sempre havia gostado de Carol e só a ajudou na festa porque nao estava mais suportando vê-la naquela situação, se preocupava muito com Carol e sempre que a via, seguia-a com seu olhar antes nunca correspondido mas que agora nao só era correspondido como elas estavam se beijando, por horas, felizes e suspirando.
Quando acordaram, ambas com muita dor de cabeça mas conscientes do que haviam feito na noite passada, elas se olharam tímidas, meio sem graça e permaneceram caladas todo o café da manhã até que a casa se esvaziasse e elas pudessem conversar em paz.
- Olha só Carolina, essa agonia tá me matando, dá pra você me falar alguma coisa?
Mas Carol apenas fitava ela, admirada, sem falar nada. Então Aline já impaciente deitou na cama e fechou os olhos para tentar dormir e ver se acabava com sua ansiedade. Quando, surpresa, ao abrir os olhos se depara com os olhos de Carol, suas bocas quase se encostavam e quando Aline foi fazer um movimento mais próximo, para elas beijarem Carol se afastou um pouco e disse 'Nananinanão, só quem te beija sou eu, ontem voce nao quis, agora eu que tomo a iniciativa.... pra sempre' e esse pra sempre foi absorvido de forma tão magnifícfica por Aline que contagiou todo seu corpo, pulando em cima de Carol e dizendo 'Aé? Pena que eu sou mais forte..' e prendendo Carol com os braços, deu um beijo lindo, molhado, de cinema.
Com o passar do tempo, elas foram vendo que suas vidas se encaixavam e que tudo que elas mais queriam era estar juntas. Trocavam juras de amor e ficavam se olhando por horas sem dizer nada. Era um romance lindo e impecável, pena que todas as pessoas que as cercavam eram muito preconceituosas. Família, amigos, toda vez que era mencionado algo a respeito de homossexualidade, eles cortavam, falavam mal e até mesmo destratavam as pobres meninas que com isso, deixavam transparecer muito pouco o amor que sentiam. Nas ruas, andavam bem próximas, braços encostados mas nunca de mãos dadas. Aline se irritava com essa situação mas Carol a repreendia com medo, medo de caso elas assumissem, houvesse um escândalo e as separassem. No dia de comemoração de 1 ano de namoro escondido, Aline foi denovo dormir na casa de Carol e enquanto se beijavam e tocavam, Aline sussurou que achava melhor assumir tudo de vez e curtir o amor delas em paz. Primeiro para os amigos e depois para a família. E se os amigos se afastassem? - perguntava Carol aflita - Simples, deixava-os para lá, arrumavam outros, sinceros. Amigos que realmente são amigos não se abalam por pequenos detalhes. E assim seguiram, juntas. Muitas pessoas ficaram contra, faziam gracinhas, gritavam e berravam coisas até meio desagradáveis, mas que eram absorvidas com nojo pelas meninas, nojo de todas as pessoas que sempre cercavam elas mas que nunca se importaram realmente com elas, com seus sentimentos e ações. Mas não foram-se todos os amigos, alguns, ficaram e ficam até hoje e fazem grandes coisas pelas meninas. E a família? Bem, aceitar, não aceitou plenamente. Mas os pais respeitam a decisão das meninas e tentam, juntos, conversar e compreender que elas se gostam e são felizes assim, mesmo com conflitos e discussões severas. E assim caminha a vida das meninas, com muita dificuldade mas felicidade e compreensão pra sempre.
Carolina encontrou finalmente o que tanto procurava e conseguiu ser compreendida por todos e começou a viver como ela realmente é, sem máscaras ou joguinhos. E Aline passou a ver que se deve realmente lutar e se mostrar disponível para as pessoas que gostamos porque só assim elas podem tentar enxergar a gente com outros olhos e fazer a relação andar, mesmo que não para um final feliz, como aconteceu, mas pela experiência e coragem de ter seguido em frente.
Fim.
Espero que gostem.
O tempo foi passando e Carolina e Aline foram se tornando super amigas, grudadas mesmo. Até que um dia, quando Aline foi dormir na casa de Carol, após uma festa, as duas alegres..
- Carol, tenho uma coisa para contar pra voce.
- Fala Li, que coisa..
- Po, você jura que nao vai me descriminar?
- Lógico! Que idéia! A gente é ou nao é amiga?
- Ai, que bom! Me senti mais conformada.. po, eu... gosto de meninas.
- Caraaca Aline! Sério? Você é... é..
- Lésbica. Isso.
- Calma, nao precisa ficar assim. Caraaca! Olha, fica tranquila que nada na nossa amizade vai mudar. E posso te pedir um favor?
- Fala Carol, o que é?
- Me dá um beijo?
- AHN!?
- É, sabe o que acontece.. desde aquele dia da festa eu notei que tinha algo de diferente em você, algo de especial. Eu nunca beijei meninas, nunca, mas sinto que você me compreende mais que qualquer outra pessoa e mesmo que isso nao me agrade acho que vale a pena tentar.
- Mas e se não for isso que voce quer? E se isso interfirir na nossa amizade? Poxa Carol, sei lá.
Mas antes que Aline completasse suas indecisões, Carol, que acariciava seu cabelo lentamente o passou atrás da orelha para poder ver todo o rosto de Aline, beijou-a. De forma lenta mas convicta de que estava fazendo pela primeira vez na vida algo que realmente mostrava quem ela era. Aos poucos, Aline, que no começo estava sem reação com toda aquela situação foi se entregando ao beijo. Ela mal acreditava no que estava acontecendo, sempre havia gostado de Carol e só a ajudou na festa porque nao estava mais suportando vê-la naquela situação, se preocupava muito com Carol e sempre que a via, seguia-a com seu olhar antes nunca correspondido mas que agora nao só era correspondido como elas estavam se beijando, por horas, felizes e suspirando.
Quando acordaram, ambas com muita dor de cabeça mas conscientes do que haviam feito na noite passada, elas se olharam tímidas, meio sem graça e permaneceram caladas todo o café da manhã até que a casa se esvaziasse e elas pudessem conversar em paz.
- Olha só Carolina, essa agonia tá me matando, dá pra você me falar alguma coisa?
Mas Carol apenas fitava ela, admirada, sem falar nada. Então Aline já impaciente deitou na cama e fechou os olhos para tentar dormir e ver se acabava com sua ansiedade. Quando, surpresa, ao abrir os olhos se depara com os olhos de Carol, suas bocas quase se encostavam e quando Aline foi fazer um movimento mais próximo, para elas beijarem Carol se afastou um pouco e disse 'Nananinanão, só quem te beija sou eu, ontem voce nao quis, agora eu que tomo a iniciativa.... pra sempre' e esse pra sempre foi absorvido de forma tão magnifícfica por Aline que contagiou todo seu corpo, pulando em cima de Carol e dizendo 'Aé? Pena que eu sou mais forte..' e prendendo Carol com os braços, deu um beijo lindo, molhado, de cinema.
Com o passar do tempo, elas foram vendo que suas vidas se encaixavam e que tudo que elas mais queriam era estar juntas. Trocavam juras de amor e ficavam se olhando por horas sem dizer nada. Era um romance lindo e impecável, pena que todas as pessoas que as cercavam eram muito preconceituosas. Família, amigos, toda vez que era mencionado algo a respeito de homossexualidade, eles cortavam, falavam mal e até mesmo destratavam as pobres meninas que com isso, deixavam transparecer muito pouco o amor que sentiam. Nas ruas, andavam bem próximas, braços encostados mas nunca de mãos dadas. Aline se irritava com essa situação mas Carol a repreendia com medo, medo de caso elas assumissem, houvesse um escândalo e as separassem. No dia de comemoração de 1 ano de namoro escondido, Aline foi denovo dormir na casa de Carol e enquanto se beijavam e tocavam, Aline sussurou que achava melhor assumir tudo de vez e curtir o amor delas em paz. Primeiro para os amigos e depois para a família. E se os amigos se afastassem? - perguntava Carol aflita - Simples, deixava-os para lá, arrumavam outros, sinceros. Amigos que realmente são amigos não se abalam por pequenos detalhes. E assim seguiram, juntas. Muitas pessoas ficaram contra, faziam gracinhas, gritavam e berravam coisas até meio desagradáveis, mas que eram absorvidas com nojo pelas meninas, nojo de todas as pessoas que sempre cercavam elas mas que nunca se importaram realmente com elas, com seus sentimentos e ações. Mas não foram-se todos os amigos, alguns, ficaram e ficam até hoje e fazem grandes coisas pelas meninas. E a família? Bem, aceitar, não aceitou plenamente. Mas os pais respeitam a decisão das meninas e tentam, juntos, conversar e compreender que elas se gostam e são felizes assim, mesmo com conflitos e discussões severas. E assim caminha a vida das meninas, com muita dificuldade mas felicidade e compreensão pra sempre.
Carolina encontrou finalmente o que tanto procurava e conseguiu ser compreendida por todos e começou a viver como ela realmente é, sem máscaras ou joguinhos. E Aline passou a ver que se deve realmente lutar e se mostrar disponível para as pessoas que gostamos porque só assim elas podem tentar enxergar a gente com outros olhos e fazer a relação andar, mesmo que não para um final feliz, como aconteceu, mas pela experiência e coragem de ter seguido em frente.
Fim.
Espero que gostem.
Bom, antes de tudo acho melhor começar contando um pouco da minha história, até mesmo para as pessoas começarem a me conhecer e ver como eu sou e tal. Sou uma menina, tenho 17 anos (não tão menina assim né haha) e escrevo. Escrevo porque acredito que palavras juntas tenham grande significado as pessoas q as lêem. Procuro amigas, histórias, personagens para meus relatos. De início, inventarei aventuras. Mas espero com o passar do tempo poder ser adicionada por pessoas e pessoas para conversar, detalhar, relatar essas coisas. Acredito em amizades virtuais verdadeiras e acredito no poder que esse blog irá me dar se for lido.
Por hoje é só pessoal.
Por hoje é só pessoal.
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